terça-feira, 5 de outubro de 2010

Formação Sindical

Caro Representante Sindical

A questão da educação brasileira sem duvida ainda será tema de muitas discussões, mas um elemento não pode faltar, a participação dos profissionais da educação, ou seja, é essencial que educadores tenham livre acesso a informação, tenham possibilidade de realizar sua formação, e por fim, se posicionem diante das distorções que muitas vezes aparentam estar distantes, mas na verdade é no cotidiano das Unidades Escolares que se constata a falta de direcionamento das politicas educacionais brasileiras.
A ideia central dos organizadores deste blog perpassa por esses dilemas, e nossa principal missão é aproximar o Representante Sindical do “saber sindical” e do “fazer sindical”, através de uma Formação a Distância que abordara temas ligados a deliberações da secretarias de educação, conjuntura politica local e principalmente a melhoria na qualidade da educação. Desta forma, o principal agente de divulgação e captação de informação é o Representante Sindical que terá liberdade para expressar suas angustias e vitórias, entendidas aqui como elementos essencial para o sucesso deste projeto.
João Vanderley

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Formação Sindical: principais desafios e perspectivas Parte I

Formação Sindical: principais desafios e perspectivas
Parte I

João Vanderley Azevedo
Secretário de Formação Sindical

A organização social dos trabalhadores em sindicatos passou por várias fases na história. Desta forma, acompanhou as mudanças que sociedade humana realizou em relação ao trabalho. Os desafios foram dos mais variados, e devido o seu caráter opositor a exploração capitalista que prioriza o lucro obtido com a produção e principalmente com exploração da mão-de-obra ganhou espaço de atuação em praticamente todas as sociedades ligadas ao capitalismo. Baseado em Emilio Gennari, formador do II Curso de Formação Sindical (16/09), atualmente os desafios estabelecidos aos trabalhadores da educação perpassam pela falta de infra-estrutura básica, salas de super lotadas, carga horária elevada, indisciplina, remuneração, desmandos governamentais, entre tantos outros.
E, ao assumir esse desafio, o sindicato começa a enfrentar também um saudável debate interno que deve envolver os filiados, a diretoria e demais que ainda não se filiaram, mas demonstram-se interessados em transformar a indignação em organização de luta, essência vital para que o descontentamentos individuais possam se transformar em ações concretas para os educadores.
É claro que, para isso, faz-se necessário estar nos locais de trabalho e não apenas discursar para a base ou pedir para algum assessor escrever uma boa matéria para o boletim da entidade sindical...Sem vivenciar e compreender profundamente o cotidiano da exploração não será possível penetrar na visão de mundo da categoria, levá-la a expressar e ampliar o entendimento que ela tem das contradições e problemas que a atingem e menos ainda, de organizar a partir de baixo uma resposta que transforme a classe em sujeito ativo de sua própria luta contra a exploração. Ou seja, trata-se de alterar a lógica e a forma da ação sindical.
Assim, durante o período formação foram estabelecidas algumas metas que estão passando por restruturações pela atual direção e que em breve será apresentado a todos e todas. Aguarde!
Acompanhe pelo blog: simtedformacao.blogspot.com

quarta-feira, 24 de março de 2010